Mulher e Maquiagem

Por Alessandra Leão



A evolução e aperfeiçoamento da maquiagem fez com ela se transformasse de mero artifício de vaidade em acessório complementar e indispensável aos cuidados pessoais.

O registro mais antigo do uso de produtos de maquiagem foi no Egito, quando as mulheres maquiavam os olhos de verde escuro logo abaixo da pálpebra de baixo e, com kohl, escureciam os cílios e as pálpebras superiores.

Judeus e romanos também eram fãs do kohl. Na Renascença italiana, pós especiais eram usados para cobrir o rosto - um deles, a Acqua Toffana, era feito de arsênico! Aliás, não faltaram outros venenos na história da maquiagem: muitos produtos utilizavam mercúrio, chumbo e ervas venenosas. O resultado imediato devia ser fantástico, mas a longo prazo surgiam estragos na pele, dores e até a morte.

Hoje a maquiagem contém vitaminas, nutrientes, hidratantes, filtro solar, são testadas dermatologicamente e não obstruem os poros. São verdadeiros tratamentos que ajudam a proteger e nutrir a sua pele ao longo do dia, além de valorizar os traços e corrigir imperfeições.

A maquiagem pode ser feita a partir de dicas muitos simples. A preparação da pele é um requisito básico - ela deve estar limpa e hidratada. Uma maquiagem sem complicações para o dia-a-dia pode envolver apenas um corretivo adequado, pó, rímel e batom ou gloss. Um pouco mais de cor pode ser conseguida com sombras para os olhos, blush ou pós bronzeadores. Para maquiagens mais elaboradas, o uso da base é fundamental. E um toque de luz, com os novos produtos iluminadores, produz resultados fantásticos.

Qualquer um consegue fazer uma maquiagem simples, utilizando os produtos adequados e seguindo algumas dicas básicas. A maquiagem não precisa ser guardada apenas para as ocasiões especiais ou importantes. Ela deve ser usada como complemento ao seu estilo pessoal.

Da mesma maneira como você se veste todos os dias buscando adequar as roupas à sua personalidade e à imagem que quer ou precisa passar aos outros, a maquiagem também deverá ser elaborada com este intuito. A sua maquiagem será incorporada ao seu estilo e ajudará a expressar a sua personalidade.


Por isso, não desperdice essa grande prerrogativa feminina que é a arte de se maquiar. Mesmo que você use apenas um batom, um gloss, não podemos deixar nosso lado feminino, sutil e delicado de lado!


Pensamentos soltos sobre feminilidade


Por Aline Taddei Brodbeck


Temos que entender que tem diferença entre feminilidade e frescura. Saber se vestir, se portar, falar, é uma questão de educação e uma expressão de caridade cristã. Ser Mulher hoje é complicado, pelo apelo da mídia e do mundo em geral, que tentam fazer de nós apenas um corpo, ou um outro homem disputando território.


A mulher é o alicerce da casa, da família. E a família é o da sociedade. Logo, cabe a nós, mulheres, a árdua tarefa de sustentar os pilares da sociedade. Pois, se o homem é a cabeça, somos o pescoço e, elo de ligação entre ela e o resto do corpo, a movimentamos para onde ela deve estar e direcionamos seu olhar para o rumo certo, bem como a deixamos erguida.

Muitas esqueceram a caridade ou desconhecem o sentido de se vestir e se portar como uma forma de agradar a Deus, primeiramente, e os outros. Temos que começar dentro da igreja, dentro de nós, a dar o exemplo. A moda não está horrível, fazem dela assim, não precisamos ser puritanas ou protestantes, não temos que andar de coque, saia comprida e uma blusa horrorosa, sem maquiagem para agradar a Deus. Pelo contrário se fizermos bom uso do que a moda nos proporciona estaremos cumprindo nosso papel. Basta ver mulheres que eram elegantes, nem por isso professavam alguma fé para ver o quanto marcaram em termos de moda, como Jackie Onassis, por exemplo. Podemos e devemos andar elegantes, discretamente maquiadas, com jóias ou bijus de bom gosto, nada espalhafatoso, tudo a ver com o estilo de cada um.

Em meu grupo de amigas, por exemplo, enquanto uma das meninas gosta de tendencias mais fashion, e outra gosta de um modelo mais senhoral, dada sua condição de mãe, eu já sou mais clássica, mas todas procuramos nos trajar modestamente, até mesmo como um meio de atração para a Igreja e alegria dos irmãos, porque o belo é aprazível. Isso e muito mais é feminilidade.

A mídia impulsiona-nos a sermos vulgares, mulheres-objeto, fúteis, um corpo apenas. Tenho pena da pobre alma vazia de uma mulher que deseja conquistar alguém apenas pelo seu corpo à mostra, como num açougue. E depois? O q fica? A todos cabe sermos cultos, ter um papo agradável, descobrir o mundo, se interessar por outras coisas que não a vida dos outros e seu própio umbigo. Acredito q seja daí de tanta superficialidade, desta falta de um motor que impulsione para algo maior é que vem depressões, homossexualismo e outros males para a sociedade.

A mulher que não tem um objetivo, que não descubriu sua vocação, se agarra com unhas e dentes naquilo que é mais fácil: a carreira. E tenta se igualar ao homem no seu papel fundamental.

Eu não gosto da palavra "feminismo". Prefiro o termo "feminilidade", que muitas de nós perderam pelo caminho. Algumas lutas que as mulheres travaram foram justas, uma vez que a partir da Revolução Francesa as mulheres perderam seu espaço como tal. O problema é que tais lutas foras usadas com um fundo mal-intencionado, podiam ser justas, mas o fim não era bom. O comunismo é o maior propagador deste feminismo, por isso que temos aversão a tudo que vem do "mal vermelho".

A força da mulher está dentro dela, em seu coração, mas este só servirá como uma mola propulsora se estiver cheio de Deus. Foi só assim que Nossa Senhora e Santa Maria Madalena conseguiram ir até o fim, pois tinham seu coração impregnado da verdade.

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